No auge da planície

No auge da planície

Nu

Estou na vida

No último grito da alma

Procurando por um refúgio seguro.

Por quem ?

Imploro na escuridão do sótão

De um existir de poucos encantos

Sou a ilusão da beleza.

Íngreme é a montanha

Redireciono o meu caminho

Apesar das mudanças, continuo seguindo

Vencer, porém, pelo custo da estratégia certa.

Estou plenamente decidido

Superar todas as aberrações

Enquanto vou reaprendendo a ser quem não sou

Sendo um ser humano, quem sabe.

Estou resistindo

Porém, deturpando o significado da escolha que fiz

Mentindo enquanto me escondo

Deixando um lastro de rancor incompreensível.

No ambiente, existe muito medo

Indicam as evidências de um sequestro

Quem sou diante de tudo ?

Diante de um existir não existido.

No auge da planície

Nu

Estou na vida

No último grito da alma

Procurando por um refúgio seguro.
Foto por Sebastian Palomino em Pexels.com

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